O que um álbum de figurinhas chamado "Impacto", uma casa de fliperamas antiga de frente para a praia, o "Z" do Zorro, o Eddie do Iron Maiden, desenhos de vaquinha e galinha humanóides, uma viagem de balão até a Lua, desenterrar rúpias em outro mundo, levar uma surra do Dhalsim e escapar da morte criando alguma engenhoca com clipes de papel e 2 ou 3 outras bugigangas podem ter em comum?
PS: essa é a primeira vez que posto algo em partes, como havia planejado fazer desde o início.
P.P.S.: concluído em 01 de Fevereiro de 2009.
Algo velho, um rabisco transformado de um longo parágrafo em uma pseudo transcrição de IRC. Provavelmente "específico" demais para a maioria dos gostos.
Algo novo, mas está meio escondido. Consegue encontrar todo aquele vermelho?

Não é o que parece...
(Mais um conto, escrito no final do ano passado.)
Aqui está o terceiro conto, feito no final de 2007, para praticar diálogos simples.
Talvez esse tipo de exercício sobre conversas devesse se tornar uma pequena série.
Me lembro que diálogos costumavam ser minha principal preocupação (com relação à escrita, claro) há muito tempo, quando ainda era adolescente.
Eu queria criá-los tão naturais quanto possível, o que pra mim significava tentar imitar o modo como as pessoas interrompem umas às outras todo o tempo e também incluir barulhos, como resmungos e gritos. Hoje em dia não sou contra soluções mais sintéticas (artísticas), funcionais.
Na página em Inglês da Wikipedia sobre imortalidade (nota: preciso voltar a expandir minhas fontes de pesquisa...) são mencionados alguns símbolos relacionados a ela, como a fênix, o ouroboros, o hieróglifo "ankh" (☥) e "a fita de Möbius no formato de um nó de trevo".
Esse nó de trevo é um ponto de partida para assuntos interessantes em matemática e história, ainda mais ao ser combinado à tira de Möbius.
Eu havia escrito que o conto anterior era o meu preferido entre os poucos que eu terminei. Depois de reler e traduzir este aqui para o Inglês, mudei de ideia.
Este foi escrito rapidamente, do início ao fim. Sem qualquer planejamento, pelo que me lembro. A história surgiu vívida pra mim enquanto a escrevia.
...
Para que serve ler ficção? Quais os limites da literatura, que experiências, ideias, emoções, sensações ela pode transmitir? Vamos ser práticos: está chovendo, tenho essa xícara de chá e o resto do dia livre, o que eu faço?